terça-feira, 18 de junho de 2013

Tema: Lições do barro



Is 64:8/Gn 2:7

1-O barro não tem valor.

(O pó veio do pó e voltará ao pó-Gn 3;19,não podemos nos gloriar em méritos nossos,o que nos valoriza é o tesouro que está em nós,ninguém briga por barro,faz guerra por causa de barro.(Is 29:16/Rm 9:20,23/2 Co 10:17,18)

2-O barro é frágil.

(Existem centenas de qualidades de barros, em cada área, lugar existe um tipo de barro, mais o processo de aperfeiçoamento é o mesmo; pisado, molhado, amassado, queimado (Jr 19:10,11/2 Co 12:5,9)

3-O barro é a matéria prima do artista.

(sem barro o artista está incompleto, sua obra não existe,quando há comunhão entre o oleiro e o vaso a obra se torna bela,valiosa, atrativa, 2 Tm 2:20,21)

4-O barro não tem querer Próprio.

(nossa vontade não pertence mais a nós,mais ao Senhor que nos valorizou,colocando em nós o seu santo Espírito Santo. Jr 18:1,4/Is 6:8/Lc 1:38/At 22:10)

Pr.Andre Bruno.

Tema: E o seu nome.....

 (Isaias 9.6)

I. MARAVILHOSO
1. Maravilhoso na Eternidade
2. Maravilhoso no Nascimento
3. Maravilhoso no Ministerio
4. Maravilhoso na Morte
5. Maravilhoso na Ressurreição
6. Maravilhoso na Palavra
7. Maravilhoso nas Obras

II. CONSELHEIRO
1. Seus Conselhos são sábios
2. Seus Conselhos são prudentes
3. Seus Conselhos são eternos
4. Seus Conselhos são puros
5. Seus Conselhos são orientadores
6. Seus Conselhos nos deixam felizes.

III. DEUS FORTE
1. Ele tem nome de Deus
2. Ele é Filho de Deus
3. Ele possui atributos de Deus
4. Ele realiza Obras de Deus
5. Ele é o Deus verdadeiro, I Jo 5.20
6. Ele fala a Palavra de Deus
7. Ele opera milagres de Deus

IV. PAI DA ETERNIDADE
1. Ele pre-existe eternamente
2. Sua Misericordia é eternal
3. Sua Graça é eternal
4. Sua salvação é eternal
5. Seu perdão é eterno
6. Suas promessas são eternas
7. Sua aliança conosco é eternal

V. PRINCIPE DA PAZ
1. Ele nos oferece PAZ DE DEUS
2. Ele nos oferece PAZ COM DEUS
3. Ele nos oferece paz que nunca termina
4. Ele nos oferece paz que exceed todo o entendimento
5. Ele nos oferece paz para esta vida
6. Ele nos oferece paz para a eternidade

Pr. Andre Bruno.

Tema: A historia dos discípulos


PEDRO 
O mais velho dos discípulos. Pescador, originário de Betsaida. Seu nome original Simão Bar-Jonas, isto é, "filho de Jonas", ou "filho de João". Jesus o apelidou como "Cefas", que significa "Pedra". Em grego, foi traduzido como "Petros", até o original Pedro. Tinha um caráter impetuoso, porém, era o mais apavorado. Era Pedro que respondia sempre pelos discípulos. Era ligado a Jesus, mais do que todos os outros discípulos. Vivia em Cafarnaum com o irmão, André, sua mulher e sua sogra. Jesus morou com Pedro por muito tempo.

ANDRÉ 
Era irmão de Simão Pedro, e como ele, pescador em Cafarnaum. Dos doze, o primeiro a ser tirado das tranqüilas e fecundas águas do lago de Tiberíades para receber o título de pescador de homens, foi justamente André, seguido logo de João. André foi também o primeiro a recrutar novos discípulos para o Mestre. A respeito de seu martírio, não há informação certa. Há informações que foi crucificado em uma cruz de braços iguais.

TIAGO 
Filho do pescador, Zebedeu e Salomé. Irmão mais velho do evangelista João. Era chamado "Thiago, o Maior". Os dois irmãos tiveram de Jesus o apelido, entre elogio e reprovação, de "filhos do trovão". Assim como os outros apóstolos, Thiago também foi vítima de perseguição movida pelas autoridades judaicas. Foi jogado no cárcere e flagelado, "alegrando-se muito por ter sido digno de sofrer torturas pelo nome de Jesus." Houve uma segunda perseguição, e uma terceira, ainda mais cruel, desencadeada por Herodes Agripa, para agradar os judeus. Este Herodes, mostrando-se digno do nome do tio, o assassino de João Batista, e do avô Herodes, dito o Grande, que tentou matar Jesus logo que nasceu; por um simples cálculo político, durante as festas pascais de 42 começou a perseguir alguns membros da Igreja. Mandou matar 'a espada' Thiago, irmão de João, e vendo que isto agradava aos judeus, mandou prender Pedro.

JOÃO 
O mais jovem dos apóstolos. Irmão de Thiago Maior. Ocupa um lugar de primeiro plano no elenco dos apóstolos, provavelmente por se assemelhar a mãe, Salomé, mulher enérgica de fé sincera, que mais tarde se uniu aos discípulos de Jesus. Apesar de simples e não instruído, é evidente que o jovem conhecia o ensinamento dos essênios (ordem religiosa de João Batista), o que acentuou suas tendências apocalípticas. Ouvindo a pregação do Batista, João se convenceu da aproximação do Reino de Deus. Ele está entre os mais íntimos de Jesus. Está ao seu lado na hora da ceia. Durante o processo, e o único entre os apóstolos, que assiste à sua morte junto com Nossa Senhora. Conforme uma tradição unânime ele viveu em Éfeso em companhia de Nossa Senhora e sob o Imperador Domiciano, foi colocado dentro de uma caldeira de óleo fervendo, daí saindo ileso, e todavia com a glória de ter dado testemunho. Morreu devido a idade avançada em Éfeso, durante o império de Trajano, e aí foi sepultado.

MATEUS 
Seu nome era Levi Bar-Alfeu, ou filho de Alfeu. Matheus era o apelido dado por Jesus, originário de Matajja, isto é, "dom de Deus". Era o cobrador de impostos dos publicanos. É provável que tenha sido o próprio Matheus quem primeiro começou a colocar por escrito as palavras de Cristo, mais tarde. Abandonou o dinheiro para um serviço de perfeita pobreza: a proclamação da mensagem cristã. "Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e o caruncho os destróem, e onde os ladrões arrombam e roubam, mas ajuntai para vós tesouros nos céus. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro." Matheus, o rico coletor, respondeu ao chamado do Mestre com entusiasmo. Morreu apedrejado, queimado e decapitado na Etiópia.

BARTOLOMEU 
É apresentado com o nome de Natanael Bar-Tholmai, isto é, filho de Tholmai, da cidade de Caná. Em hebraico, Tholmai quer dizer "arado ou agricultor". Todos os chamavam de "filho de Tholmai", o que originou o nome Bartolomeu. Bartolomeu viu os prodígios operados pelo Mestre, ouviu a sua mensagem, assistiu a sua paixão e glorificação, depois se tornou arauto da Boa Nova, aceitando com o mesmo entusiasmo as conseqüências de um testemunho comprometido. O apóstolo Bartolomeu, que era da Galiléia foi para a Índia. Pregou para aquele povo a verdade do Senhor Jesus, segundo o evangelho de São Matheus. Depois que naquela região converteu muitos a Cristo, passou para a Armênia, onde levou a fé cristã ao rei Polímio e sua esposa, e a mais de doze cidades. Essas conversões, no entanto, provocaram uma enorme inveja nos sacerdotes locais, que por meio do irmão do rei Polímio, conseguiram a ordem de tirar a pele de Bartolomeu e decapitá-lo.

FILIPE 
Grande amigo de Bartolomeu, morava em Betsaida e sabia grego melhor do que todos. No relato da milagrosa multiplicação dos pães é a Filipe que Jesus dirige a bem conhecida pergunta: "Onde compraremos pão, para que esta gente possa comer?" Filipe não entende o significado da pergunta e depois de haver dado uma olhada para a multidão disse: " Duzentos denários de pão não seriam suficientes para que cada um receba um pedaço." O resto da vida de Filipe está encoberta na obscuridade, como também a sua morte. A tradição mais comum afirma que Filipe morreu crucificado em Gerápolis, aos 87 anos.

TOMÉ 
Mais um pescador. Tinha o apelido de dídimo, em aramaico. Logo em seguida, traduzido para o grego "Thomé", que significava "gêmeo". Segundo a tradição, seu nome verdadeiro era Judas.

JUDAS TADEU 
É chamado por muitos "o irmão do Senhor". Dado a notoriedade de Thiago na Igreja primitiva, Judas era sempre lembrado como irmão de Thiago de Alfeu. O breve escrito de Judas Tadeu é uma severa advertência contra os falsos mestres e um convite a manter a pureza e a fé.

TIAGO DE ALFEU 
Tiago, que o evangelista Marcos chama " O Mentor" para distingui-lo de Thiago, irmão de João, entra em cena como bispo de Jerusalém, após o martírio de Thiago, o Maior, no ano 42 D.C., e após o afastamento de Pedro de Jerusalém. Sobre a morte de Tiago, possuímos informações que o apóstolo teria sido condenado ao apedrejamento no ano 61 ou 62 do sumo pontífice Anás II.

SIMÃO 
O Zelote, que para seguir a Cristo, abandonou um partido de extremistas armados, nada sabemos das circunstâncias que se referem a sua vocação. Simão, o desconhecido, é sempre um apóstolo do Senhor que trabalha a vida toda na lavoura do Senhor e combate nas trincheiras da fé, não tendo em vista uma menção de honra, mas para o triunfo do Reino de Deus. Simão percorreu os caminhos do Evangelho "sem mala, sem dinheiro, pregando o reino dos céus; curou os enfermos, ressuscitou os mortos, limpou os leprosos, expulsou os espíritos maus." Segundo uma notícia, o apóstolo teria sofrido o martírio durante o império de Trajano, em 107, com respeitável idade de 120 anos.

JUDAS ISCARIOTES 
Seu nome verdadeiro era Judas de Simão. Era originário da cidade de Kerioth. Todos os chamavam de "Ish-Keriot", que significava, "da cidade de Keriot". O que se deu o nome de Judas Iscariotes.

O 13º APÓSTOLO

MATIAS 
É um nome frequente entre os hebreus e quer dizer "dom de Deus". É o apóstolo que recebeu como dom o ser agregado aos Doze, tomando o lugar vago deixado pela deserção de Judas Iscariotes. A sua eleição foi mediante sorteio, após a Ascensão do Senhor, pela proposta de Simão Pedro. Matias esteve portanto constantemente próximo a Jesus desde o início até o fim de sua vida pública. Testemunha de Cristo e mais precisamente da sua ressurreição, pois a ressurreição do Salvador é a própria razão de ser do cristianismo. Nada se sabe de suas atividades apostólicas, nem se morreu como mártir ou de morte natural. A tradição da morte por decapitação com um machado se liga o seu patrocínio especial aos açougueiros e carpinteiros.

Pr. Andre Bruno.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Tema : O oitavo pão !


Marcos 8:1-9
1 Naqueles dias, havendo mui grande multidão e não tendo o que comer, Jesus chamou a si os seus discípulos e disse-lhes:
2 Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo e não têm o que comer.
3 E, se os deixar ir em jejum para casa, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe.
4 E os seus discípulos responderam-lhe: Donde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto?
5 E perguntou-lhes: Quantos pães tendes? E disseram-lhe: Sete.
6 E ordenou à multidão que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães e tendo dado graças, partiu-os e deu-os aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles; e puseram-nos diante da multidão.
7 Tinham também uns poucos peixinhos; e, tendo dado graças, ordenou que também lhos pusessem diante.
8 E comeram e saciaram-se; e, dos pedaços que sobejaram, levantaram sete cestos.
9 E os que comeram eram quase quatro mil; e despediu-os.

Este é um milagre diferente do que aquele descrito no capítulo 6, quando Jesus alimentou mais de cinco mil pessoas.
Naquela ocasião, a maioria das pessoas alimentadas era judia.
Desta vez Jesus ensinava uma multidão de gentios (aqueles que não eram israelitas) na região de Decápolis.

No primeiro milagre, Jesus estava pregando a palavra aos judeus, àqueles a quem Ele havia vindo pregar.
Primeiro ele pregou a palavra aos judeus (Ele veio para os seus, mas os seus não o receberam...), depois aos gentios (mas todos aqueles que O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus).

Para que todo milagre aconteça, é necessário um elemento.
Na primeira multiplicação, os pães eram de um jovem. Os discípulos apanharam e deram ao Senhor tudo o que o jovem tinha.
Note uma coisa, o milagre era no meio dos crentes. (seria mais fácil acreditar que algo aconteceria por estar no meio de pessoas de fé.)
Os pães eram de outra pessoa. (é muito mais fácil você investir tudo o que é de outra pessoa, do que o seu. Caso desse errado, o prejuízo seria de outro).


O milagre da multiplicação dos sete pães tem lições importantíssimas para nossas vidas. 

Os discípulos se encontravam em uma situação nova: primeiro Jesus havia pregado a Palavra para os judeus e eles não aceitaram, então passaram a pregar em Decápolis, lugar de gentios, ou seja, povos que não conheciam a Deus.

Lá era necessário muito mais do que a fé, era necessária a coragem.
Ter fé em um lugar onde não oferece risco ou perigo algum é uma coisa fácil, mas lá a fé daqueles homens deveria ter um alto valor.
Eles estavam pregando uma palavra de arrependimento de suas vidas. Vidas aquelas que os habitantes gentios achavam ser corretas.
Eles adoravam divindades, se prostituíam, blasfemavam, bebiam, matavam.
Haviam trevas sobre a face daquele abismo, mas Deus ao colocar Jesus lá estava declarando “haja Luz” sobre aquela terra.

Mateus 4:16 -  “O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz”.

As pessoas já estavam a três dias ouvindo a pregação de Jesus.
Eram sedentos pela verdade, eram famintos pela Palavra.
Não existe coisa mais linda do que você olhar para os olhos de uma pessoa que acabou de ouvir a Verdade que Liberta!

Todos estavam em jejum durante os três dias! Três dias não fazendo outra coisa, senão ouvir a doce voz de Jesus falando aos seus corações. Ninguém queria ir embora, eles queriam ficar lá! Mas o Senhor teve compaixão daquelas vidas. Não queria que ninguém desfalecesse. Então pergunta aos seus discípulos quantos pães eles tinham.
Imediatamente os discípulos lembraram-se do milagre que havia acontecido a um ano atrás, quando Ele multiplicou cinco pães no meio dos judeus.
Prontamente lhe responderam: “Sete pães, Senhor”.

Quando eles alimentaram a multidão de cinco mil homens, os DOZE CESTOS que sobraram ficaram para alimento dos discípulos.
Era a sua recompensa! Deus os tinha recompensado grandemente por causa da sua fé.

Porém nesta multiplicação, onde havia menos pessoas, apenas 4 mil, os discípulos não entregaram tudo o que possuíam. Eles esconderam o oitavo pão.

NOTE UMA COISA: 
Agora, o milagre seria realizado no meio de pessoas sem fé (provavelmente mais difícil). Agora os pães eram dos discípulos e não de outra pessoa, os discípulos possuíam oito pães, mas entregaram à Jesus apenas sete. Jesus multiplicou mesmo assim e alimentou todas as pessoas.
Foi realmente uma grande obra e como recompensa, receberam SETE CESTOS cheios de pães.
Mas o Senhor os queria abençoar mais ainda!

LEIA MARCOS 8:14-21

O que Cristo quis dizer foi exatamente o seguinte: “Meus filhos, não sejam contaminados com a mesquinhez que o mundo lhes ensina. Não mintam! Se vocês tem oito pães, e eu vos peço tudo o que vocês tem, entreguem! Eu vou lhes recompensar e retribuir o que vocês fizerem!"

Lembram quando parti CINCO pães para alimentar cinco mil?
Quantos cestos vocês receberam de recompensa por isso? DOZE CESTOS. Mas agora que vocês não entregaram tudo o que tinham, quantos pães me deram para alimentar apenas quatro mil pessoas? SETE PÃES!

E quantos cestos vocês receberam?
SETE CESTOS também.

Vocês Haveriam de receber VINTE CESTOS CHEIOS de pães, se tivessem me dado todos os oito pães.

Por não confiarem plenamente em cristo, eles receberam apenas metade da bênção!

O OITAVO PÃO é o voto de fé!
O OITAVO PÃO é aquilo que falta pra sua vitória!
O OITAVO PÃO é o passo a frente no seu ministério.
O OITAVO PÃO é a atitude correta!
O OITAVO PÃO é fazer o sacrifício de fé!
O OITAVO PÃO é confiar PLENAMENTE no Senhor!
O OITAVO PÃO é crer que ELE multiplicará na sua vida!!
O OITAVO PÃO é ter certeza de que o Senhor dará o dobro!
O OITAVO PÃO só traz quem é discípulo VERDADEIRO de Cristo!!
O OITAVO PÃO só dá quem quer receber mais de Deus!!
O OITAVO PÃO só dá quem não espera dos homens, mas espera no Senhor!!
O OITAVO PÃO é a chave da sua vitória em Cristo!

Não guarde pra você o oitavo pão, entregue ele a Jesus também, e você verá o que Deus fará em sua vida.
Pr. Andre Bruno.

Tema: Caindo em si !



Quando o homem cai em si 

Texto Base: LC 15 :11– 24. 

Introdução : Quando o homem cai em si, algumas coisas acontecem na sua vida. Ele reconhece seu fracasso. 
Reconhece que Deus tem o melhor e reconhece que só Deus pode mudar sua trajetória e oferecer segurança. 

1. Compreende que o mundo sempre decepciona v 17,18 
2. Descobre que suas riquezas são passageiras v 14 
3. Que suas amizades são falsas v 16 
4. Que seus prazeres são vazios v 13 
5. Que sua liberdade é escravidão v 14 
6. Reconhece que o melhor está na casa do Pai v 17 
7. Ele volta a casa do Pai v 20 
8. Deus o recebe de Braços abertos. 
9. Faz uma aliança, um compromisso (anel) 
10. Dá-lhe novas vestes (caráter) 
11. Dá-lhe o melhor (Jesus) 
12. Faz uma Festa. 


Conclusão: Não Existe solução para quem não reconhece seus pecados, porem para aqueles que reconhecem que necessitam de um salvador, que precisam de um milagre, a mão forte de Deus e seus braços de amor sempre estarão prontos para te receber. 

Pr. Andre Bruno.

domingo, 16 de junho de 2013

Tema: Abrindo os olhos para enxergar a minha benção !



Texto: 2º Reis 6.8-19.

Introdução:O rei da Síria fazia guerra a Israel e tentava de toda maneira encurralar Israel.
O inimigo de nossas vidas está o tempo todo querendo te encurralar. Ele faz guerra contigo o tempo todo.
Você até pode estar brincando de ser crente mas o diabo não brinca de ser diabo.
A nossa vida é cheia de lutas e na maioria das vezes não enxergamos o lado bom das coisas, só vemos o pior. Para que possamos viver com alegria e em paz é preciso enxergar as bênçãos de Deus para nossa vida.

 COMO FAZER PARA ENXERGAR AS BÊNÇÃOS DE DEUS? 

PARA ENXERGAR A BENÇÃO E PRECISO :
1-Receber informações de um homem de Deus. v.9
   O povo não ouve seus pastores, não obedecem. Heb.13.17
  Ouvem a tv. Seguem suas sugestões.
  Não gostam de ter seus pecados confrontados com a Palavra de Deus.  Heb.12.25

PARA ENXERGAR A BENÇÃO E PRECISO :
2-Não ter medo do inimigo v.15-16
O medo pode ser um sinal que o combustível da fé esteja na reserva.
  Quando estamos com medo supervalorizamos o inimigo (problema).
   Sempre enxergamos mais inimigos que o normal. v.15
    Mais são os que estão do nosso lado. v.16

PARA ENXERGAR A BENÇÃO E PRECISO :
3-Ter os olhos abertos por Deus v.17
a). Através das pregações, das orientações, etc.
b)  Através das orações.
c) Através da   fé. Heb. 11.1.
Conclusão:
O nosso Deus é o mesmo de Ontem. O que ele realizou no tempo de Elizeu, pode realizar  hoje e agora. Por isso eu convido você a receber a unção do homem de Deus para abrir os seus olhos e vc enxergar a benção ao invés do inimigo. (ungir as pessoas com óleo). Qdo. Deus abre teus olhos ele fecha os do inimigo. V.18. 


Pr André Bruno.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Tema: Observando a queda de Davi

Texto: II SAMUEL 11


INTRODUÇÃO


Queremos discutir esse assunto de infidelidade e adultério, olhando para a vida de um homem piedoso, que andou com Deus, foi temente a Deus, mas não vigiou e, por isso, soçobrou ante à tentação por causa de um prazer efêmero, cometeu grandes atrocidades e colheu os frutos amargos como consequência de seu pecado a vida inteira. Esse homem é Davi. Olhe o texto de II Samuel, capítulo 11. Ali vemos o retrato de um homem que matou um leão, derrotou um urso, venceu um gigante, conquistou terras, venceu exércitos, mas foi derrotado pelas suas próprias paixões. Vejo aqui neste texto a radiografia de uma queda, o retrato de um caso extraconjugal:


1. Ociosidade - “...levantou-se Davi do seu leito...” (II Sm 11:2)

Os soldados de Davi estavam em guerra, enquanto ele ficou em casa. Fazendo o quê? Diz o texto que ele numa tarde levantou-se do leito. Aquela não era hora para dormir. Não era hora para a ociosidade. Foi por causa de sua ociosidade que ele ficou passeando no terraço do palácio real, sem compromisso, sem agenda. Este foi o primeiro degrau da queda.


2. Solidão - “... porém Davi ficou em Jerusalém” ( II Sm 11:1)

A solidão é um grande perigo. Toda pessoa que se isola torna-se presa fácil da tentação. Se Davi estivesse no campo aceso da batalha com os seus soldados, não teria tombado vencido pelas próprias paixões.


3. Concupiscência dos olhos - “...dai viu uma mulher que estava tomando banho; era ela mui formosa” ( II Sm 11:2)

Davi caiu porque viu. Seu olhar lascivo criou nele um desejo incontrolado. Acendeu em seu coração um fogo inextinguível. A cobiça dos olhos foi o laço que o diabo usou para derrubar Eva, Siquém, Acã e tantas outras pessoas na história.


4. Perigo à frente , não avance -  “Davi mandou perguntar quem era” (II Sm 11:3)

Davi deu corda ao pecado. Ele caminhou na direção do perigo. Ele flertou com a tentação. Ele abriu espaço para que o desejo lascivo o dominasse. Até aqui as coisas pareciam casuais. Mas, agora, Davi deliberadamente corre na direção da tragédia. Sua curiosidade é movida por sua paixão. Ele está a um passo da queda.


5. Tapando os ouvidos para as advertências de  Deus - “Disseram-lhe: é Bate-Seba, filha de Eliã, mulher de Urias, o heteu” (II Sm 11:3)

Urias era um dos valentes de Davi (II Sm 23:39). Era homem de confiança de Davi. Aquela informação era um aviso  solene de Deus para Davi não se envolver no caso. Davi não respeitou nenhuma advertência. Ele não honrou a Deus. Não honrou seu fiel soldado. Não honrou sua família. Não respeitou a si mesmo. Tapou os ouvidos a todas as trombetas de Deus que soavam em seu coração.


6. Capitulando-se ao pecado - “Então enviou Davi mensageiros, que a trouxessem; ela veio, e ele se deitou com ela” (II Sm 11:4)

Davi não conhecia os seus limites. Ele brincou com o pecado e foi vencido por ele. Brincou com fogo e queimou-se. Deu guarida à tentação e foi dominado por ela. Aquele que tivera tantas vitórias pelo poder de Deus, agora naufraga vergonhosamente porque endureceu o seu coração.


7. O preço do pecado - “A mulher concebeu emandou dizer a Davi: estou grávida” (II Sm 11:5)

O prazer do pecado dura pouco. Davi teve algumas horas de intenso prazer, enquanto estava com Bate-Seba na cama, mas uma vida toda de desgosto por causa deste pecado. Quantas lágrimas, quanta pressão, quanta vergonha, quanto opróbio, quanta mentira, quanto sangue derramado, quantas famílias atingidas por causa de uma hora de prazer! O pecado não compensa. A traição tem um custo alto demais. A infidelidade é doce ao paladar, mas amarga e venenosa ao estômago. Agora Davi precisa enfrentar a dura realidade de seu pecado. Daí por diante, acabou ficando enlaçado nas cordas de suas próprias falhas.


8. O esforço para esconder o pecado - Davi tentou vários expedientes para encobrir o seu pecado (II Sm 11:6-27):

a) Enganar o marido de Bate-Seba - Cinicamente mandou chamar Urias, marido de Bate-Seba, da guerra para que ele dormisse com sua mulher. Assim, ninguém descobriria que Davi era o pai da criança. Mas Urias era mais nobre que o rei Davi se recusou a ficar com sua mulher, sabendo que seus companheiros estavam em guerra. Davi o embebeda, mas Urias ainda assim não cede às pressões de Davi (II Sm 11:6-13)

b) Fazer queima de arquivo - Davi, sem nenhuma compaixão, manda matar Urias pela espada dos inimigos. Urias leva a sua própria sentença de morte. Davi torna-se um monstro frio, calculista, maquiavélico (II Sm 11:14-17)

c) Ser frio diante de suas atrocidades - Davi manda matar Urias. Traça a estratégia de como ele deveria morrer. Envia estas estratégias pelas mãos da própria vítima. Tudo foi montado para parecer que o crime não passava de um simples acidente de guerra. Assim aconteceu: Urias foi morto. Davi recebe a notícia esperada, com calma, tranquilidade. Seu coração está duro. Sua consciência cauterizada. O rei tornou-se louco, pois agiu com covardia, crueldade e frieza (II Sm 11:25).

d) Casar-se com a viúva desamparada - Seu gesto pareceu bonito aos olhos da nação. Foi um gesto de grandeza: amparar uma viúva grávida. Acolher uma mulher solitária e necessitada. Os olhos humanos não perceberam nada. Tudo foi profissionalmente encoberto. Foi um crime perfeito. Não deixou pista para nenhum detetive (II Sm 11:26,27). Mas diz o verso 27 que o pecado de Davi “foi mal aos olhos do Senhor:  Deus vê todas as coisas. De Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, isto ele ceifará (Gl 6:7).


9. O peso da mão de Deus
 - O pecado não fica sem julgamento.

Davi escondeu seu pecado dos outros, mas não conseguiu livrar-se de sua consciência No Salmo 32 ele conta o que lhe aconteceu enquanto escondeu o seu pecado:

a) seus ossos envelheceram (v.3)

b) ele gemia de angústia diariamente (v.3)

c) sentia o peso da mão de Deus de dia e de noite (v.4)

d) seu vigor murchou; a alegria foi embora de sua vida (v.4)

Davi está no trono reinando, resolvendo os problemas dos outros, mas não tem paz. Sua vida é um inferno.


10. As consequências terríveis do pecado - Foram muitas as consequências do pecado de Davi:

a) a criança, fruto do pecado, morreu a despeito das intensas orações de Davi (II Sm 12:15-18)

b) Davi foi desmascarado publicamente. É a vergonha. O que ele fez em oculto, todo o seu povo ficou sabendo, e as gerações, ao longo dos séculos, ainda comentam esse pecado de Davi (II Sm 12:7-9 e 12)

c) da sua casa nunca mais se apartou a espada (II Sm 12:1e11), a mesma crueldade que fez com Urias voltou-se contra ele. Sua família passou a ser um campo de guerra. Agora, não eram soldados que estavam morrendo, mas seus filhos. Amnom estupra Tamar. Absalão mata Amnom. Absalão abusa sexualmente das concubinas do pai em público e conspira contra o pai para matá-lo. Absalão morre nessa perseguição. Mais tarde, Salomão mata o irmão Adonias. Essa tragédia familiar é a consequência de uma hora de prazer, de um momento de inflexão, de um pecado de infidelidade. A infidelidade desonra a Deus, destrói a família, traz opróbrio e vergonha e arrebenta com os transgressores.


Pr. Andre Bruno.