quarta-feira, 13 de julho de 2011

Tema :Os 3 elementos da arca.

A arca é um elemento do Tabernáculo. É considerada como o trabalho de maior relevância feito para representar a presença de Deus em meio ao Seu povo. Os sinais encontrados na arca representam ministérios e apontam para o profético e o messiânico.

1. A Vara de Arão

“Sucedeu, pois, que no dia seguinte, Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.” (Nm 17:8)

O galho que floresceu dentro da arca é um sinal de que a Palavra se cumpre a seu tempo e que ela não deixa de florescer, ainda que estejamos em um deserto. É também a restituição da voz profética. Nosso crédito profético será restituído. Quando falarmos nas células, na equipe de liderança, macrocélulas, etc, todos receberão do mover e dirão: ‘o meu líder profetizou na minha vida e assim será', porque o nosso crédito profético está sendo restituído.

A vara de Arão significa ainda o tempo de florescer em todas as estações. A amendoeira é a única árvore que ultrapassa as estações comuns. No inverno, ela está florescendo e no verão dá o fruto. Quando entra na primavera, ela ainda está frutificando.

Deus está dizendo hoje: ‘vou apressar os seus passos para a conquista que está chegando no seu ministério'. A amendoeira sinaliza um tempo profético. Segundo alguns estudiosos, a amendoeira é a única árvore frutífera que vence o inverno, que começa a brotar antes de qualquer árvore, que ultrapassa o tempo da colheita comum e, quando para muitas árvores a colheita está se encerrando, para a amendoeira, ela está anunciando os novos frutos.

Você é uma amendoeira. Isso significa que o seu ministério sempre frutificará e diante da colheita você sempre terá a perspectiva de outros frutos que aparecerão. Esse é o tempo, essa é a unção devolvida quando a arca volta para o ombro do sacerdote. A nossa colheita será abundante. Colheremos em tempo e em fora de tempo!

2. A Tábua da Lei

“E Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.” (Êx 34:28)

A tábua da lei fala da restituição dos princípios. A tábua da lei é um sinal de que os princípios de Deus não podem ser quebrados. Moisés sobe ao Sinai por duas vezes. Em uma das vezes, ele se irritou com o povo e quebrou as tábuas da lei, os princípios. Moisés teve que subir novamente ao Sinai, para escrever os princípios de volta, os mandamentos. Ele havia pecado tanto quanto o povo (Ex 32:19; 34:1-3).

Deus passou 40 dias escrevendo os mandamentos e, num instante, Moisés quebrou a tábua da lei. Moisés foi o primeiro homem que, literalmente, quebrou os princípios, lançou-os no chão, por causa da sua ira.

Não somos diferentes de Moisés. Muitas vezes, na hora da ira, quebramos muitos princípios. Esquecemo-nos de que somos uma arca e de que não devemos jogar a tábua da lei fora. A tábua da lei é um sinal de que os princípios de Deus não podem ser quebrados, pois são a base de toda ética social, através da qual o homem, além de honrar a Deus, honra a si mesmo e ao seu próximo. Essa tríade de honra: a Deus, a si mesmo e ao próximo, revela cumprimento de princípios.

O Senhor restituirá, nessa unção dos princípios, a nossa honra. No lugar da vergonha, o Senhor nos dará honra dupla (Is 61:7). Essa tríade precisa ser considerada, os princípios precisam ser guardados e vividos, pois eles são a base para o equilíbrio de toda a humanidade. Onde há cumprimento de princípios, a presença de Deus traz respaldo e extirpa toda dor. Quando a arca é resgatada, a unção da devolução dos princípios também vem sobre as nossas vidas. Essa unção é uma palavra revelada, como vida para o nosso espírito.

Como podemos crer numa unção que esteja fora da Palavra e uma palavra que esteja fora da unção? Há pessoas com a palavra fora da unção, usando apenas o carisma natural, que, apesar de ser bom, não constrói ministério. Um ministério para ser construído precisa ter a sua base na unção da Palavra. É a unção que faz a diferença na vida e no ministério do líder.

3. O Maná

“Eles, pois, colhiam o maná a cada manhã, cada um conforme ao que podia comer; porque, aquecendo o sol, derretia-se.” (Ex 16:22)

O maná fala da restituição da provisão e do suprimento. O povo hebreu andava debaixo de uma ordem e, como sinal, recebia a comida do Trono. Eles passaram 40 anos no deserto sem shoppings, sapatarias, padarias, supermercados... nada. Eles iam crescendo e o sapato ia crescendo junto (Dt 8:4). É Deus quem cuida do Seu povo quando este está no deserto.

Você entrará em um nível de prosperidade, porque este Deus lhe trará restituição. É o maná do Trono. É uma unção verdadeira, é um sinal de que as nossas dificuldades e os nossos desertos estão encerrados, o Senhor jamais desamparará o Seu povo, pois quem andou com Ele 40 anos não teve necessidade alguma.

Estamos falando de milagres de restituição. Alguém ser restituído é voltar a ter o crédito sem ser cobrado o passado, pois a nossa geração tem enfrentado desertos diferentes, mas o Senhor tem guardado e suprido o Seu povo, trazendo suprimento de prosperidade advindo pela obediência da caminhada em um propósito. Isso está dentro da arca.

Quem perde a visão da arca perde a provisão. A prosperidade não é resultado da força do braço, é militar debaixo do propósito divino. É por isso que muitos não prosperaram. Devemos saber onde investimos; se há retorno, é investimento, se não, é gasto.

Muitas pessoas querem a prosperidade como recompensa de seu trabalho. A prosperidade é um sinal de aliança. Prospera quem faz aliança com quem é próspero. É um resultado de obediência à Palavra, pela qual estamos sendo restituídos, porque o Senhor, em meio ao deserto, tem sido o grande provedor. Creio que a provisão virá para a sua vida, como sinal de Deus para esse propósito, porque estamos recebendo uma visão correta: o lugar certo da arca.

Esses elementos indicam e apontam para um ministério que poderá fazer toda a diferença nessa guerra de histórias e descréditos que muitos passam. Devolver a arca para os ombros do sacerdote é uma chamada profética que nos levará a uma responsabilidade individual e um maior cuidado conosco mesmos. Assim, não permitiremos que o adversário mine a nossa base.

Para a arca ser movida, havia algumas exigências feitas apelo próprio Senhor. “Davi fez para si casas na cidade de Davi; também preparou um lugar para a arca de Deus, e armou-lhe uma tenda.” (II Cr 15:1) A presença da arca é segurança para o povo e ameaça para o inimigo (I Sm 4 a 17).

Enviado por:
pr andre bruno
rio de janeiro, rj, brasil

2 comentários:

  1. muito bom Deus abençoe sua vida e seu ministério, amém

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  2. Digite seu comentário...otimo gostei
    muito rico

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